Libido

Tratamento da baixa da libido

A redução dos níveis da testosterona, o aumento da prolactina e a deficiência de estrogênio em mulheres, são as causas mais comuns de baixa da libido em ambos os sexos. A causa da deficiência deve ser identificada corretamente.

Com alguma frequência, ainda que resultados laboratoriais confirmem a baixa dos níveis da testosterona, o tratamento pode não consistir “apenas” em administrar testosterona aos pacientes. Ela poderá voltar a ser produzida até mesmo em níveis adequados com a simples troca/suspensão de um ou mais medicamentos com efeito inibidor sobre sua produção.

Em alguns casos, é possível restabelecer seus níveis adequados com o tratamento de doenças concorrentes (hipotireoidismo, por exemplo), “indiretamente” causadoras da baixa da libido.

Outro possível cenário é o do aumento dos níveis de outro hormônio: a prolactina, que, quando elevada, “bloqueia” ou reduz os efeitos da testosterona. Aqui, o tratamento consiste em considerar um procedimento ou um medicamento específico que reduza a prolactina a seus níveis normais. Ou a troca/suspensão de medicamentos que, indesejavelmente, aumentem esse hormônio (efeito iatrogênico).

O aumento da prolactina é mais comum nas mulheres do que nos homens. E nelas, também pode reduzir a libido.

Analogamente à testosterona para os homens, o estrogênio (hormônio sexual feminino) é relevante para a libido nas mulheres. No entanto, embora produzida em níveis cerca de vinte vezes menores do que nos dos homens, a testosterona tem sido consistente e crescentemente valorizada como importante hormônio regulador da libido no sexo feminino.

Outras Áreas de Atuação